O artista alemão, Joseph Beuys, dizia que a arte é a ciência da liberdade. Segundo ele, o propósito fundamental da arte é emancipar as pessoas, guiá-las para uma libertação interior e uma compreensão mais profunda do mundo ao seu redor.
Ao abraçar a vastidão do mundo, o artista se depara não apenas com a perplexidade das possibilidades, mas também com as prisões decorrentes por suas escolhas e as consequências inerentes às suas ações.
O artista é um ser fluido, em constante mutação, exposto e suscetível às oscilações do ambiente que o circunda. Diante desse abismo, ele enfrenta a encruzilhada entre sucumbir às pressões externas ou potencializar-se, transcender os limites impostos pelas circunstâncias.
A dualidade entre a imensidão do mundo e as prisões pessoais revela-se como uma oportunidade para a expressão artística.
Assim, o artista, ao encarar as eventualidades da vida e a sua própria condição, se torna um missionário da liberdade, um desbravador que provoca o espectador a explorar as fronteiras da existência.
Nas palavras de Joseph Beuys, a arte é a ciência da liberdade, e, através dela, o artista desempenha o papel de guia, oferecendo um vislumbre das possibilidades de como existir no mundo.

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