Reflexões sobre a vida
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Confissões da meia-idade
Já não sou novo para ser otimista ou velho para poder morrer. Me resta viver e padecer a borda dos significados. A realidade é um convento. A imaginação é um refúgio. Não restam muitas alternativas para quem tropeçou no real. Viver apenas de obrigações e de responsabilidades é uma rotina penosa. Fugir da realidade é…
